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8 motivos para bebermos mais água

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Obrigada Viviana por mais um artigo tão interessante e tão atual. Todos sabemos que a água faz maravilhas ao nosso organismo, mas depois de lerem este texto tenho a certeza que as motivações para consumir água vão ainda maiores.

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Falo-vos deste tema, pois é negligenciado por muitos quando deveria ser um pensamento constante. Afinal, podemos sobreviver semanas sem comida, mas apenas três sem água.

Dou-vos 8 motivos pelos quais devem ingerir entre 1,5L a 3L de água por dia:

1. A água compõe 85% do nosso cérebro, 80% do nosso sangue e cerca de 70% da nossa massa muscular;

2. O nosso corpo tem dificuldade em obter água de outras formas, para além da forma comum (sermos nós a ingeri-la). Além disso, é bom sabermos que o álcool “rouba” a nossa hidratação, e bebidas como o café e o chá são diuréticas, logo fazem praticamente a mesma coisa.

3. A água é essencial para a própria digestão, absorção de nutrientes e reacções químicas. Os hidratos de carbono e as proteínas que o nosso corpo utiliza como comida são metabolizados e transportados pela água no nosso sangue.

4. Ajuda o nosso corpo a libertar-se do “lixo” que consumimos, através da respiração, urina e por aí adiante. Os rins, o fígado e os nossos intestinos usam-na para se livrarem de tudo o que basicamente não presta.

5. Regula o nosso sistema de arrefecimento corporal. Isto quer dizer que ela é responsável por nos baixar a temperatura corporal e nos ajudar a manter o exercício físico por mais tempo.

6. É peça essencial na remoção das toxinas do nosso corpo. Reduz o apetite de forma natural pois retira as toxinas do nosso trato digestivo, e isso leva a uma diminuição dos depósitos de gordura…brutal não?

7. Os níveis de oxigénio ficam mais elevados quando temos um nível de hidratação adequado. E quanto maior o nosso nível de oxigénio mais gordura o nosso corpo queima…

8. Mantém os nossos tecidos e articulações hidratados, permitindo que nos movimentemos o melhor possível. A água faz com que toda a elasticidade inerente ao tecido conjuntivo (ligamentos) das articulações se mantenha.

Bom, acho que o importante está escrito, só falta mesmo uma pequena dica: sempre que sentirem os olhos, nariz ou boca seca, é o nosso corpo a alertar-nos que há falta de hidratação interna há algum tempo…ou seja, toca a beber mais um copo de água 😉

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Como organizar os alimentos

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Em 1992, o Departamento de Agricultura dos USA apresentou oficialmente o Guia da Pirâmide Alimentar, para ajudar o público a escolher quais as melhores proporções de cada género alimentar para a sua saúde.

Esta Pirâmide ficou bastante famosa, pois aconselhava a população a diminuir o seu consumode óleos e gorduras (colocando-as todas “dentro do mesmo saco”) e comer 6 a 11 porções diárias de carboidratos complexos – pão, cereais, arroz, etc.

Mas esta Pirâmide apresentava erros grandes. É que nem todas as gorduras fazem mal e nem os carboidratos fazem bem.

Em 2005 sai o MyPyramid, que continuava a colocar os carboidratos como base daalimentação, sugerindo que metade passassem a ser integrais, mantendo a carga glicémica alta.

Em 2012 optam pelo MyPlate, símbolo que se assemelha a uma pizza :)… e deixam para trás a Pirâmide. A parte boa deste novo Guia, é que coloca pela primeira vez os legumes em destaque. Mas como nem tudo são rosas, esquecem-se das gorduras e colocam os frutos oleaginosos dentro da parte das proteínas.

Costumo seguir-me pela que vos trago hoje. Esta é focada em vegetais e pescado, reduzindo as carnes e a comida processada. Na base têm as frutas, vegetais, frutas oleaginosas, sementes, azeite e cereais – Consumam-nas em todas as refeições do dia!

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Viviana Moita

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Afinal, o que é uma alimentação saudável?

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Quem não ouviu repostas como: “Não queres sobremesa? Estás a fazer dieta?”. O que geralmente estes inquiridores pensam é num regime em que a pessoa se sacrifica, passa fome, e algo que será passageiro. Acho que ninguém quer passar por isso, e realmente não vale a pena…apenas desregulará o vosso organismo! O que eu vos venho falar é de algo permanente, sem processos drásticos ou dramáticos. Mas comecemos pelos factos:

– O estômago é um órgão que pré-digere os nossos alimentos e que se contrai ou dilata de acordo com a sua necessidade. Ora se diminuíres o volume de alimento, o estômago pode perder até um terço da sua capacidade de armazenamento. No entanto este processo não deve ser feito de forma repentina, mas sim regrada. Pode ser conseguido através de estratégias como – “vou substituir aquele croissant recheado a meio da manhã por uma maçã” ou “vou trocar a tal fatia de bolo que como à tarde por um iogurte”.

E há medida que os dias passam já não vão sentir falta daquela dose de açúcar, até porque o açúcar, que é considerado viciante, atenua a sua acção de dependência tanto no sangue como no cérebro. O mesmo tipo de raciocínio se pode aplicar ao que sentimos que está a mais ou que pode ser substituído por outro tipo de alimento (por exemplo alimentos crus – irei abordar esta matéria noutro artigo).

De uma forma geral, podemos fazer esta troca com alimentos com excesso de gordura, sal ou açúcar. Sem reduzir a quantidade de vezes que comemos, mas apenas a qualidade dos alimentos, iremos sentir que o nosso estômago não só reduz o seu tamanho como também que todo o nosso corpo funciona de uma forma mais natural e eficaz.

A segunda etapa será perceber quais serão os bons alimentos para ti – com um simples exame de alergias alimentares verás se há algum que te possa provocar aquele tal inchaço ou desconforto intestinal, e que nunca associaram a nada em concreto…depois disto basta apenas saber quando comer e o que comer – para isso terão de aguardar pelo próximo artigo 😉

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